O Linear custa US$ 8. O Track vai custar US$ 0.

Comecemos com honestidade: o Linear é provavelmente o melhor gestor de issues já construído. Se você já usou, sabe do que estamos falando. E é, ao mesmo tempo, a demonstração perfeita de tudo o que há de errado com o SaaS.

O que amamos no Linear

Não viemos jogar pedras. Viemos copiar o que é bom:

  • A velocidade. Tudo é instantâneo. As mutações são otimistas, o sync é em tempo real, nunca há um spinner. Velocidade não é detalhe: é o que faz o time querer atualizar o board.
  • Teclado primeiro. Cmd+K e você nunca toca o mouse. Criar, atribuir, mover, fechar: tudo pelo teclado. A ferramenta desaparece e sobra o trabalho.
  • Os cycles. Sprints sem cerimônia. O trabalho entra, é priorizado, é feito, é medido. Sem duas semanas configurando workflows e permissões.

O Linear provou que um issue tracker pode parecer um editor de texto moderno. Isso é real e é difícil.

O que não amamos: a fatura

O plano básico custa US$ 8 por usuário por mês, no pagamento anual. Façamos a conta que qualquer CTO faz:

  • Time de 10: US$ 960 por ano.
  • Time de 50: US$ 4.800 por ano.
  • Time de 200: US$ 19.200 por ano.

Para quê? Para guardar issues — título, descrição, status, prioridade, alguns timestamps — num banco de dados. O custo real de infraestrutura por assento se mede em centavos. E o preço cresce na direção errada: quanto maior o seu time, maior a fatura, mais dolorosa a saída. Todo o seu histórico de produto fica de refém.

O que o Track vai ter

O Track é o nosso clone do Linear, em construção agora, com lançamento no quarto trimestre de 2026. A lista curta:

  • Issues com status, prioridades, labels e responsáveis.
  • Cycles, com velocity e progresso automático.
  • Teclado primeiro de verdade: command palette e atalhos para tudo.
  • Velocidade como requisito inegociável, não como meta de roadmap.
  • API desde o primeiro dia.
  • Self-host desde o primeiro dia também: um deploy, seu Postgres, seus dados.

Sem workflow builder de 40 telas. Sem marketplace de plugins pagos. Sem "fale com vendas".

Por que vai custar US$ 0

Porque é software, e software são bits, e bits são grátis. O código do Track vai ser open source: baixe, audite, rode para o seu time inteiro sem pagar um centavo. Se você não quiser hospedar, nós rodamos e você paga exatamente o que a nuvem custa. Ao custo. Sem margem.

O Linear cobra US$ 8 por assento porque pode. Nós cobramos US$ 0 porque podemos. A diferença é o modelo, não a tecnologia.

A lista de espera

O Track sai no Q4 de 2026. Se você quer acesso antecipado — e voz no que será construído primeiro — entre na lista de espera em zerosoftware.ai. O site está em português, espanhol e inglês, como tudo o que fazemos.

O Linear mostrou como um tracker deve se sentir. O Track vai mostrar quanto ele deve custar.